sábado, dezembro 26, 2009

E agora?

O Hot Clube de Portugal está suspenso da (boa) vontade das Altas instâncias Camarárias.
O Templo do Jazz em Portugal está encerrado por força do fogo e da água.
Será que o vamos ter de volta? No mesmo local? Com a mesma Alma?
Ver excelente acompanhamento deste assunto em http://jnpdi.blogspot.com/

domingo, dezembro 20, 2009

Anna Vinnitskaya

que acabo de ouvir no Mezzo (canal de tv), em execução muito próxima do excelente dos "Quadros de uma exposição", de Modeste Mussorgsky (1839-1881). Durante algum tempo coleccionei interpretações desta peça e posso afirmar que esta foi de manter em memória. Anna Vinnitskaya. Atenção! Temos mais uma estrela a brilhar lá no céu dos sons mágicos.

sábado, dezembro 12, 2009

Matthew Herbert

Matthew Herbert Big Band hoje às 21h, em Barcelona, no Palau de la Musica.
E vou eu perder uma coisa destas. O homem já anda a dar concertos desde 1995 e eu só agora é que me apercebi da importância desta figura. Passo a explicar. Vi, no Mezzo, e felizmente gravei um concerto que ele deu em Paris, em Setembro do ano passado, e fiquei de queixo caído. Já andava desconfiada que havia ali qualidade e muita estética, porque já me tinha posto a ouvir excertos do seu cd com a big band "there 's me and there's is you" e fiquei alerta. Mas como me dispersei ou concentrei noutras muitas coisas, nunca mais pensei no assunto.
Isto é música transversal do melhor, transversal no estilo e no método. Século XXI, absolutely. Constroi desconstroi faz refaz mistura o que ouve reproduz a mistura e altera-nos o estado de espírito e desassossega e sossega...e faz-nos sentir contentes ou infelizes por termos nascido.
E hoje não vou estar em Barcelona...
Matthew Herbert nasceu no sul de Inglaterra, tem formação musical clássica, começou a tocar violino e piano aos 4 anos de idade. O pai era técnico de som na BBC. E...para mais info, é favor visitar:
Não estou a dizer que gosto de tudo o que faz, mas gosto do seu trabalho com a Big Band, da fantástica cantora que o acompanhou no concerto que vi/ouvi e reconheço-lhe alta qualidade. (Moloko, Dani Siciliano, etc.)
Nota: O vídeo que aqui fica não é do concerto que vi no Mezzo e a vocalista também não.

terça-feira, novembro 10, 2009

Relembrar George Russell (1923-2009)


http://www.youtube.com/user/ashtrayheart23)
GEORGE RUSSELL SEXTET: George Russell - organ, Lew Soloff - trumpet, Robert Moore - tenor and soprano saxophones, Victor Comer - guitar, J.F.Jenny Clark - bass, Keith Copeland - percussion.

Nunca é demais relembrar a sua importância para a evolução do Jazz. George Russell, como é do conhecimento geral, desapareceu desta vida em Julho passado e deixou-nos interessantes teorias musicais que colocou em prática em conjunto com alguns dos mais notáveis músicos da História do Jazz. Basta pesquisar um pouco a net para se ter uma ideia...Este vídeo que encontrei no YT dá-o a ouvir numa fase diferente, que denota assimilação de novos recursos, mas onde não se perdem de vista (salvo seja) as suas linhas mestras de influência. E como gosto, aqui fica, até que o deixem ficar.

domingo, novembro 08, 2009

Jorge Colombo at The New Yorker


Jorge Colombo, um dos nossos valores nacionais a viver lá longe, nos Estados Unidos da América, continua a mostrar a sua arte de desenhar e estar um passo à frente quer em técnica, quer em bom gosto. Isto que aqui se vê foi desenhado com os dedos sobre o écran do seu telemóvel...Há muitos anos que admiro o seu trabalho e é com muito agrado que o vejo em continuidade na sua transcrição gráfica do fascínio que a vida urbana sobre ele parece exercer.

domingo, outubro 04, 2009

Ópera em jazz e sem vozes


Gosto muito e quero partilhá-lo. O último trabalho do contrabaixista e compositor John Patitucci, com Joe Lovano no clarinete alto e Brian Blade na bateria. Alta inspiração, soberba interpretação. A foto é só para repousar a vista.

domingo, setembro 06, 2009

Uma bela ópera contemporânea


Prazer que se adivinhava, sucessivamente adiado, finalmente gozado: Falo de L'Amour de loin, de Kaija Saariaho, compositora finlandesa contemporânea e da sua primeira ópera, cuja estreia em 2000 foi de imediato aclamada quer pela crítica, quer pelo público. Com libreto do escritor libanês radicado em França, Amin Maalouf sobre poesia de Jaufré Rudel, trovador francês do Séc. XII, dedicada a um amor imaginado e impossível (que afinal se revela possível porque um peregrino lhe diz existir uma mulher com aquela descrição em Tripoli, a condessa de Tripoli), encenação de Peter Sellars, Orquestra e Coro da Ópera Nacional Finlandesa, direcção de Esa-Pekka Salonen e interpretação de Dawn Upshaw (soprano), Monica Groop (mezzo-soprano) e Gerald Finley (tenor). Aconselho o DVD (Deutsche Grammophon 00440 073 4026 de 2004/2005) e uns bons auscultadores para que não se perca pitada desta maravilha. Deixo alguns links para a audição de excertos desta ópera (embora a qualidade de som não lhe faça justiça) e de outras obras de Saariaho igualmente belas.
E mais. Tenho uma pena imensa de não poder ter estado numa outra encenação desta ópera que teve lugar em Julho deste ano em Londres, com encenação de Daniele Finzi Pasca.

sábado, agosto 01, 2009

Há quanto tempo...Um clássico


Para começar bem o mês de Agosto, início de férias para muita e boa gente, e porque se deve entrar com um atitude positiva e de coração aberto (isto é um depósito, digo, este blog, de lugares "conhecidos"), aqui está - uma Joan Armatrading numa armadilha de há 30 anos atrás, muito bem esgalhada e sempre óptima de se ouvir. Boas Férias!

quarta-feira, julho 01, 2009

R.E.P. Pina Bausch (1940-2009)






Quando as palavras se tornam demasiado negras e tristes não apetece dizê-las. Ainda bem que existem os registos filmados, fotografados, escritos, porque uma arte assim...