ou o jazz como filosofia sujacente à renovação no improviso da eterna procura ou o jazz como elo de ligação entre tudo o que apetece
sábado, junho 02, 2007
segunda-feira, maio 28, 2007
Porquê guardar tanta coisa?
Porque tenho medo de perder a memória do que compõe ou influenciou parte daquilo que sou hoje. E o que sou hoje? ???????????????????????????????????Nas palavras de John Gray*, nada mais do que um animal, um entre iguais, junto com a cadela, os gatos e, talvez, a mosca que insiste em chatear o pessoal.
(*Vidé "Sobre Humanos e outros animais").
segunda-feira, maio 07, 2007
De repente tive nostalgia do Parque Mayer, de quando o meu avô me levava à Revista. Vinhamos do Alentejo com o programa das festas habitual. Eu devia ter 12 a 13 anos, talvez menos...Almoço no restaurante do ACP, ou petisco de Gambas fritas em alho na Ribadouro e uma visita ao Parque Mayer, para vermos uma revista no Maria Vitória ou no Variedades.
Regra geral, a orquestra parecia-me muito desafinada e os coros muito esganiçados. As mensagens, de cariz político, implícitas nas graçolas de algumas cenas escapavam-me completamente. Mas o meu avô entendia...Assim como também me escapava o brilho nos olhos do meu avô a apreciar à boa maneira do homem alentejano que se preza, as formas redondas das meninas em palco.
Não sei que futuro vai ter, e se vai ser tratado com alguma dignidade ou atirado para as garras de algum empresário sem ligação com o espírito e a memória daquele lugar. Mas a população alfacinha e o povo português em geral, que de vez em quando vem à capital, merece ver aquele espaço reabilitado com a dignidade que lhe é devida.
quarta-feira, abril 25, 2007
E pronto, mais não digo senão começo a liquifazer-me e, à conta dos Whiskizitos comemorativos, ainda evaporo de vez...