Barbara - Dis Quand Reviendras-tu
Adoro!
ou o jazz como filosofia sujacente à renovação no improviso da eterna procura ou o jazz como elo de ligação entre tudo o que apetece
sábado, janeiro 27, 2007
segunda-feira, agosto 21, 2006

CigarraJazz
Estava eu a passear-me sem nexo na rede eis que se não quando ouço o apelo da cigarra: «Vê lá se cantas alguma coisa, que o Verão já vai alto e ainda só ouvi o silêncio...»
- «Olha lá, oh filha, tu não me desassossegues que eu, no meio desta barafunda, preciso mesmo é de silêncio, para não me desconcentrar do sério» bem, está bem, confesso que não tenho andado em silêncio absoluto - ainda ontem estive a matar saudades de John Coltrane -Passos Gigantes e Amor Supremohttp://www.johncoltrane.com/automat/swf/main.htm- oh boy, what a joy e tristezas não pagam dívidas, cantado pela Jacinta, perdão, Aldina. Pronto, nenhuma delas mas que podia ser...Agora o que tem mais it mesmo é recordar uma Nina Simone (a Simone de Oliveira também, mas é muito cá da terra e a gente gosta de viajar) ou uns Cinematic Orch./Todo o Dia com a maravilhosa Fontellahttp://www.ninjatune.net/videos/video.php?type=qt&id=37. E o Zé Cid, está, outra vez ( ou será uma vez mais?) de vento em capachinho. Grande Homem, a cheirar a cavalo e tudo!
Estava eu a passear-me sem nexo na rede eis que se não quando ouço o apelo da cigarra: «Vê lá se cantas alguma coisa, que o Verão já vai alto e ainda só ouvi o silêncio...»
- «Olha lá, oh filha, tu não me desassossegues que eu, no meio desta barafunda, preciso mesmo é de silêncio, para não me desconcentrar do sério» bem, está bem, confesso que não tenho andado em silêncio absoluto - ainda ontem estive a matar saudades de John Coltrane -Passos Gigantes e Amor Supremohttp://www.johncoltrane.com/automat/swf/main.htm- oh boy, what a joy e tristezas não pagam dívidas, cantado pela Jacinta, perdão, Aldina. Pronto, nenhuma delas mas que podia ser...Agora o que tem mais it mesmo é recordar uma Nina Simone (a Simone de Oliveira também, mas é muito cá da terra e a gente gosta de viajar) ou uns Cinematic Orch./Todo o Dia com a maravilhosa Fontellahttp://www.ninjatune.net/videos/video.php?type=qt&id=37. E o Zé Cid, está, outra vez ( ou será uma vez mais?) de vento em capachinho. Grande Homem, a cheirar a cavalo e tudo!
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segunda-feira, maio 01, 2006

Recomeçar a escrever aqui no Blog não é fácil. Tenho estado mais ocupada a ler. E a ler um escritor de quem saio sempre com uma noção cinzenta da vida e da natureza humana e, não obstante, sempre a ele regresso com mais prazer. Paul Auster.http://www.paulauster.co.uk/
Não porque tenha uma propensão especial para as coisas menos optimistas ou mais depressivas, mas porque, entre o escrever bem e a sua poderosa imaginação, há um conhecimento profundo da espécie humana que me aguça a curiosidade. Para não falar nalgum suspense que sempre sobressai na luta das suas personagens em desesperadas tentativas de sobreviver aos seus próprios conflitos interiores.
Não porque tenha uma propensão especial para as coisas menos optimistas ou mais depressivas, mas porque, entre o escrever bem e a sua poderosa imaginação, há um conhecimento profundo da espécie humana que me aguça a curiosidade. Para não falar nalgum suspense que sempre sobressai na luta das suas personagens em desesperadas tentativas de sobreviver aos seus próprios conflitos interiores.
Vou continuar a ler, o mais que puder e até que a vista mo permita. Para além de estimular o cérebro, é um prazer quase sempre muito enriquecedor. Escrever, há muita gente a escrever e muito bem (que inveja...). Noto, no entanto, que, dentro do que se considera um bom escritor, nem todos sabem comunicar. São obras para entendimento ou pseudo-entendimento de apenas alguns iluminados, ou que se pretendem assim, ou, como a poesia ou a pintura abstacta, de interpretação subjectiva. (Fim, por agora)
segunda-feira, dezembro 26, 2005
Mais um Natal, e, desta vez, o Natal foi necessário. Foi necessário para nos unir aos entes queridos perdidos para a Eternidade, os ausentes presentes na nossa memória e nos nossos corações, na comunhão da doce atmosfera dos ecos dos Natais passados, num regresso à infância que nos descansa de tempos mais agrestes e desiludidos. No deserto espiritual em que a maioria de nós vive, o Natal é o momento de parar para repensar as nossas vidas, as vidas dos que nada tem, ou porque não sabem o que fazer da vida ou dos que, por má sorte, não vivem, sobrevivem. CigarraJazz
sábado, novembro 26, 2005

Agnes Bernelle!!!!!
Alguém tem de falar nesta diva.
Dos ecos de Cabarets de outras Eras.
Esqueçamos por momentos o lado negro desses tempos e apreciemos a estética, a força e a capacidade de teatralizar cada peça musical com absoluta mestria.
E o humor, esse humor desconcertante...«mãe, o guarda-fato está cheio de homens da infantaria...» ou «o meu pai jaz morto na tábua de passar a ferro!»
Oh, Julia, no, no...Why, Julia, why? Olivia doesn't live here anymore, nor Agnes Bernelle, and yet...She still lives chez moi!
Foi um dia, na Feira da Ladra, um CD sem preço a preço simpático.
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terça-feira, agosto 09, 2005
sexta-feira, agosto 05, 2005
domingo, julho 24, 2005

ESTE (ainda) NÃO É O ESPAÇO DO DESABAFO.
No entanto, tenho de, pelo menos, manifestar publicamente (ao meu publicozinho de selecção - que luxo!) o meu repúdio pelo estado a que o meu país e as nossas gentes chegou. Está (quase) tudo errado, a começar pela má gestão das finanças do Estado a acabar nas suas obras inacabadas, de que até já me enjoa falar.
Em Lisboa - o metro do Terreiro do Paço, as obras do Marquês, o Parque Mayer, onde está a Feira Popular (?) - com aquele delicioso aparelho de tortura chamado "Montanha Russa", onde arranjei uma hérnia discal só com uma viagem- e a POLUIÇÃO!!! - uff! essa maldita! Que fazem os nossos governantes para a combater? Lisboa está a sufocar e ninguém faz nada.
Em Cascais, as Empresas encarregues da manutenção da sua Autoestrada, que há anos está com obras intermináveis, que a torna um sítio de circulação altamente perigoso, e que deveriam, no mínimo, ter isentado os seus utentes da cobrança da portagem.
E os incêndios por esse país, a destruir coisas preciosas, Piódão, por ex., e, principalmente, vidas humanas e os seus lares, reduzindo a cinzas as arcas que guardavam o testemunho das suas existências. Que sobressalto, que dor, que miséria - Que revolta!
E assim se continua a rotina diária do faz de conta que a vida é bela, como dizia o outro.
Ah, já me esquecia - ABAIXO O AUMENTO DO I.V.A.!!!
(A gravura por acaso não é da minha autoria, é só uma homenagem ao homem que denunciava a crise às gargalhadas - o grande Raphael Bordalo Pinheiro.)
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