domingo, abril 29, 2012

Matana Roberts

Uma saxofonista de Chicago para Nova Iorque, de ouvir e tirar proveito. Tomo nota por muitas razões. Coltraneana - John & Alice e outros, muitos outros.

terça-feira, maio 31, 2011

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

L.Tristano e T.Monk em versão A. von Schlippenbach


Bem sei que estou a fugir ao que por aí se diz, que Tristano não é para aqui chamado, só Monk. Mas que a primeira parte deste vídeo de um concerto que Schlippenbach deu em Colónia, em 2005, faz lembrar e bem o primeiro, isso ninguém me tira da ideia...Já que não fui ao concerto de Alexander, no sábado passado, deixo aqui uma espécie de auto-consolação.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Mário Laginha & Chopin

Mário Laginha, já toda a gente sabe, editou um novo disco, em finais do ano passado. "Mongrel", nome escolhido para o cd, entra na catalogação musical de jazzfusão, por se tratar de uma re-escrita de peças de Chopin. Confesso que é muito raro gostar do resultado da fusão de géneros musicais e parto regra geral desconfiada para a sua primeira audição. Mas também sei que a arte e sensibilidade de Laginha são garante de bons resultados,  e não me enganei. O resultado ronda a perfeição. Muito agradável, som bonito, fluido, swingado até (Balada nº.1, op.23). Nunca Chopin imaginou...Nem eu, que adoro Chopin,  jazz e este nosso grande músico.

quinta-feira, dezembro 16, 2010

Lennie Tristano (1919-1978)


Falar deste pianista e compositor é ouvi-lo, ouvi-lo e ouvi-lo e aprender o que é sentir esta forma musical chamada jazz sem precisar de mais palavras.
Lennie Tristano!

quinta-feira, novembro 25, 2010

Rhythm and Blues Review (1955)



E que tal um visita ao passado ?

quarta-feira, novembro 17, 2010

Paula Sousa - Um caso de TDWR*


Paula Sousa, um caso de *talent deserving wider recognition (Talento a merecer maior reconhecimento, na nomenclatura Downbeat, como é do conhecimento do jazzófilo adito) é, ou passou a ser, de menção obrigatória quando se fala de jazz feito em Portugal. A atestá-lo, as quatro estrelas e meia atribuídas no Ipsilon (Suplemento cultural do jornal Público), de 5 de Novembro, página 44, ao seu cd Nirvanix (JACC Records).  O concerto que o lançou, de que o vídeo acima destaca um momento, no Museu do Oriente em Lisboa no passado Verão foi para mim uma boa surpresa. Não a conhecia como música de jazz e fiquei agradada com a qualidade das suas composições. Achei a sua execução (piano/teclas) muito emocional, sensibilizou-me a ternura e beleza das suas melodias. Uma inspiração de sensibilidade muito feminina (sei do que falo), que os seus instrumentistas acompanhantes, com destaque para João Paulo Esteves no acordeão, souberam muito bem (regra geral) apoiar e desenvolver.  Sara Serpa e Esperanza Spalding foram o duo inesperado, de que o vídeo aqui infelizmente não presta justo testemunho pela deficiente captação sonora. Portanto, nada como adquirir o cd e ouvir com prazer um talento nacional que merece ser, nunca é demais insistir, ouvido com os ouvidos e com o coração.

Patricia Barber e Kenny Werner em duo


Foi no domingo passado, algures nos USA, um encontro de dois grandes pianistas de jazz em duo numa experiência que estreia a colaboração entre ambos ao vivo.
(Foto: Valérie Booth, recolha de som: Oksana Makusheva)