ou o jazz como filosofia sujacente à renovação no improviso da eterna procura ou o jazz como elo de ligação entre tudo o que apetece
sábado, junho 02, 2007
segunda-feira, maio 28, 2007
Hoje fiz uma pequena visita ao meu passado. Resolvi limpar uma escrivaninha e, de gaveta em gaveta, mais ácaro menos ácaro, lá fui caminhando por entre registos da minha vida, agendas dos anos 70, bilhetes de espectáculos, diplomas de cursos, extractos de conta, um contrato promessa compra e venda, uns cromos, umas fotografias, uma fotonovela já dos anos 80, toda ela caseira e kilos de cartas, correspondência trocada desde pré-adolescente a jovem adulta.
Porquê guardar tanta coisa?
Porque tenho medo de perder a memória do que compõe ou influenciou parte daquilo que sou hoje. E o que sou hoje? ???????????????????????????????????Nas palavras de John Gray*, nada mais do que um animal, um entre iguais, junto com a cadela, os gatos e, talvez, a mosca que insiste em chatear o pessoal.
(*Vidé "Sobre Humanos e outros animais").
Porquê guardar tanta coisa?
Porque tenho medo de perder a memória do que compõe ou influenciou parte daquilo que sou hoje. E o que sou hoje? ???????????????????????????????????Nas palavras de John Gray*, nada mais do que um animal, um entre iguais, junto com a cadela, os gatos e, talvez, a mosca que insiste em chatear o pessoal.
(*Vidé "Sobre Humanos e outros animais").
domingo, maio 27, 2007

FLORENCE FOSTER JENKINS pagava para cantar. Contratava as suas orquestras e achava-se excelente.
http://www.counterpoint-music.com/raclips/ffj1.ram
http://www.counterpoint-music.com/raclips/ffj1.ram
sexta-feira, maio 25, 2007
Não resisto ao apelo da Primavera de Stravinsky. O piano, ele próprio parece renascer deste rito brincalhão e muito intenso, tão intenso que só mesmo a força do polén o justifica...
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Sagração da Primavera,
Stravinsky
A Sagração da Primavera, Stravinsky
PINA BAUSCH e Wuppertal Dance Theater
PINA BAUSCH e Wuppertal Dance Theater
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Sagração da Primavera,
Stravinsky
segunda-feira, maio 21, 2007

Acabo de ler um artigo sobre este filme numa revista de música clássica, e fiquei, como se costuma dizer, "de antenas no ar", como melómana que sou. Mas também já li, em terreno bloguista e anónimo, que a música está pessimamente interpretada e que o filme não vale nada, etc., etc.. Tenho de ver para crer.
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