ou o jazz como filosofia sujacente à renovação no improviso da eterna procura ou o jazz como elo de ligação entre tudo o que apetece
domingo, março 18, 2007
Lise de La Salle - Um nome a reter. Uma pianista que captou a minha atenção, num clip musical no canal tv Mezzo. Não sabia que já tinha vindo a Portugal. Tenho pena de ter perdido essa oportunidade.http://www.youtube.com/watch?v=C9OvpEV_1hM
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sexta-feira, março 16, 2007

Esta imagem revela a alma de um ser perdido numa qualquer noite fora de horas, assustado e na defensiva. Ele mais não pede que não seja deixem-me em paz mas não me abandonem. Tenho medo, frio e fome, mas não se aproximem demasiado que posso não saber responder pelos meus actos impulsivos e desesperados. Mas se me quiserem abrigar em vossa casa, junto a uma lareira, aconchegadinho no sofá mais fofinho que lá estiver...

Alguém que me conhece muito bem teve a excelente ideia de me enviar este vídeo. Como não consigo, devido a problemas técnicos, colocá-lo neste espaço, deixo aqui o linkhttp://www.youtube.com/watch?v=tqaElqlu7iY. Mas, atenção, isto é só para quem tem Patti Smith na sua lista de preferências...
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
segunda-feira, agosto 21, 2006

CigarraJazz
Estava eu a passear-me sem nexo na rede eis que se não quando ouço o apelo da cigarra: «Vê lá se cantas alguma coisa, que o Verão já vai alto e ainda só ouvi o silêncio...»
- «Olha lá, oh filha, tu não me desassossegues que eu, no meio desta barafunda, preciso mesmo é de silêncio, para não me desconcentrar do sério» bem, está bem, confesso que não tenho andado em silêncio absoluto - ainda ontem estive a matar saudades de John Coltrane -Passos Gigantes e Amor Supremohttp://www.johncoltrane.com/automat/swf/main.htm- oh boy, what a joy e tristezas não pagam dívidas, cantado pela Jacinta, perdão, Aldina. Pronto, nenhuma delas mas que podia ser...Agora o que tem mais it mesmo é recordar uma Nina Simone (a Simone de Oliveira também, mas é muito cá da terra e a gente gosta de viajar) ou uns Cinematic Orch./Todo o Dia com a maravilhosa Fontellahttp://www.ninjatune.net/videos/video.php?type=qt&id=37. E o Zé Cid, está, outra vez ( ou será uma vez mais?) de vento em capachinho. Grande Homem, a cheirar a cavalo e tudo!
Estava eu a passear-me sem nexo na rede eis que se não quando ouço o apelo da cigarra: «Vê lá se cantas alguma coisa, que o Verão já vai alto e ainda só ouvi o silêncio...»
- «Olha lá, oh filha, tu não me desassossegues que eu, no meio desta barafunda, preciso mesmo é de silêncio, para não me desconcentrar do sério» bem, está bem, confesso que não tenho andado em silêncio absoluto - ainda ontem estive a matar saudades de John Coltrane -Passos Gigantes e Amor Supremohttp://www.johncoltrane.com/automat/swf/main.htm- oh boy, what a joy e tristezas não pagam dívidas, cantado pela Jacinta, perdão, Aldina. Pronto, nenhuma delas mas que podia ser...Agora o que tem mais it mesmo é recordar uma Nina Simone (a Simone de Oliveira também, mas é muito cá da terra e a gente gosta de viajar) ou uns Cinematic Orch./Todo o Dia com a maravilhosa Fontellahttp://www.ninjatune.net/videos/video.php?type=qt&id=37. E o Zé Cid, está, outra vez ( ou será uma vez mais?) de vento em capachinho. Grande Homem, a cheirar a cavalo e tudo!
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segunda-feira, maio 01, 2006

Recomeçar a escrever aqui no Blog não é fácil. Tenho estado mais ocupada a ler. E a ler um escritor de quem saio sempre com uma noção cinzenta da vida e da natureza humana e, não obstante, sempre a ele regresso com mais prazer. Paul Auster.http://www.paulauster.co.uk/
Não porque tenha uma propensão especial para as coisas menos optimistas ou mais depressivas, mas porque, entre o escrever bem e a sua poderosa imaginação, há um conhecimento profundo da espécie humana que me aguça a curiosidade. Para não falar nalgum suspense que sempre sobressai na luta das suas personagens em desesperadas tentativas de sobreviver aos seus próprios conflitos interiores.
Não porque tenha uma propensão especial para as coisas menos optimistas ou mais depressivas, mas porque, entre o escrever bem e a sua poderosa imaginação, há um conhecimento profundo da espécie humana que me aguça a curiosidade. Para não falar nalgum suspense que sempre sobressai na luta das suas personagens em desesperadas tentativas de sobreviver aos seus próprios conflitos interiores.
Vou continuar a ler, o mais que puder e até que a vista mo permita. Para além de estimular o cérebro, é um prazer quase sempre muito enriquecedor. Escrever, há muita gente a escrever e muito bem (que inveja...). Noto, no entanto, que, dentro do que se considera um bom escritor, nem todos sabem comunicar. São obras para entendimento ou pseudo-entendimento de apenas alguns iluminados, ou que se pretendem assim, ou, como a poesia ou a pintura abstacta, de interpretação subjectiva. (Fim, por agora)
segunda-feira, dezembro 26, 2005
Mais um Natal, e, desta vez, o Natal foi necessário. Foi necessário para nos unir aos entes queridos perdidos para a Eternidade, os ausentes presentes na nossa memória e nos nossos corações, na comunhão da doce atmosfera dos ecos dos Natais passados, num regresso à infância que nos descansa de tempos mais agrestes e desiludidos. No deserto espiritual em que a maioria de nós vive, o Natal é o momento de parar para repensar as nossas vidas, as vidas dos que nada tem, ou porque não sabem o que fazer da vida ou dos que, por má sorte, não vivem, sobrevivem. CigarraJazz
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