ou o jazz como filosofia sujacente à renovação no improviso da eterna procura ou o jazz como elo de ligação entre tudo o que apetece
quinta-feira, agosto 09, 2007
quinta-feira, agosto 02, 2007
Não sei como explicar mas, de repente, deixei de ter vontade de escrever aqui na net, blogue incluído. Não sei se é mal de longa ou curta duração, não sei se é do Verão, mas o certo é que, de momento, não estou disponível. Posso, no entanto deixar aqui umas dicas sobre o que ultimamente me tem interessado: Em letras - Mia Couto, Teolinda Gersão, Jeanette Winterson e Haruki Murakami; Em músicas - Blues índios, Blues, André Previn e Anne-Sophie Mutter (Num Tango composto por aquele e executado por ambos, entre outras coisas) e o coro dos reformados de Ferreira do Alentejo, com as suas músicas alentejanas do mais puro que há; filmes, na minha sala, "Profissão-Repórter", de Michelangelo Antonioni e "Bug", de Phil May e Matt Manfredi (da série do Fantasporto lançada pelo jornal "O Público"). Tudo entre o Bom e o Excelente.
É bem provável que repegue em algumas destas obras e lhes dedique umas palavras de apreço pelos bons momentos que me proporcionaram e que gostaria de partilhar com a blogos. Mas não vai ser agora - espera-me Morfeu...
'See you around
segunda-feira, julho 30, 2007

Instrumentista (contrabaixo) professor e compositor de Jazz, faleceu, há quase 10 anos, na Suécia, depois de brilhante carreira nos E.U.A.,tendo deixado mais de uma centena de temas, que foi compondo ao longo da sua, infelizmente, curta vida. Alguns desses temas foram posteriormente trabalhados e compilados em três CD´s por colegas e músicos amigos de Eric, como forma não só de o homenagear, como de dar a conhecer a sua obra.
| Eric_von_Essen-Sil... |
quinta-feira, julho 26, 2007


12 faixas de gente importante da musica pop re-dimensionadas pela estrela maior - uma mulher fantástica, um ser humano superior, único, em permanente ligação com tudo o que é realmente importante na vida - o amor (em todas as suas formas), a amizade, a paz, a solidariedade e a comunicação de tudo isto sob a forma de canções, poemas, mensagens, crónicas (na sua página da net, por exemplo**), onde também partilha connosco uma espécie de diário, de que deixo aqui alguns excertos curiosos:
June 25, 2007 - DRESDEN
At this moment I am in Dresden. From my hotel window I can hear the Dresdner Sinfoniker rehearsing for an open air performance tonight with Barbara Krieger and the great baritone Bryn Terfel.(...) (...)I have returned. It was very hot in the slaughterhouse and my clothes are soaked in sweat. I hurried back hoping to catch a bit of the opera gala and I was truly rewarded. I saw the encore. I did not recognize the aria but it was very pretty. The pair accepted flowers and bowed.
(...)What have I found? The people warm and friendly. All ages. All wondering what will happen in our world. What can one say? Bad things are happening. We must make other things happen. Good things. Build a parallel world. Celebrate that even in the worst of times we are alive.
segunda-feira, julho 23, 2007

sábado, julho 21, 2007

Ontem virei e revirei a net à procura da confirmação deste "acontecimento", que tem vindo a ser anunciado na RTP 1, de uma forma que, para além de me fazer pensar que era já por estes dias, me deixou algo perplexa, pois anunciam-se "As Valquírias"... Será porque vai passar em dois dias que passa a plural?
De qualquer modo, aqui fica a sinopsis da(s) anunciada(s).
Richard Wagner
(Leipzig: 22 de Maio de 1813-Veneza: 13 de Fevereiro de 1883)
O Anel do Niebelungo
A Valquíria
10ª ópera (63 anos)
Libreto: Richard Wagner
Estreia: (Bayreuth) 14 de Agosto de 1876
Personagens e Intérpretes:
Siegmund (Ronald Samm), Hunding (Maxim Mikhailov), Sieglinde (Anna-Katharina Behnke), Wotan (Mikhail Kit), Brünhilde (Susan Bullock), Fricka (Judith Németh), Valquírias (Sara Andersson, Andrea Dankova, Ana Paula Russo, Dora Rodrigues, Ekaterina Godovanets, Stefanie Irányi, Gabriele May e Qiu Lin Zhang).
1.ºActo
O Deus Wotan teve 9 filhas da Deusa Erda, as Valquírias. Mas teve também dois filhos duma Mortal, os gémeos Siegmund e Sieglinde, que, depois da morte da mãe, se perderam um do outro pelos caminhos da Terra. É com o encontro entre estes dois irmãos que se inicia a acção da "Valquíria". Durante uma tempestade, Siegmund, que foge dos seus inimigos, procura refúgio numa cabana. Quis o Destino que essa cabana fosse a morada da irmã, Sieglinde, e de Hunding, o seu marido. Os irmãos não se reconhecem e sentem-se atraídos por uma paixão irresistível. Sieglinde dá uma bebida mágica a Hunding, que adormece, e os dois irmãos fogem, não sem que, antes, Siegmund se apoderasse duma espada que estava cravada num castanheiro. Siegmund ignora-o, mas essa espada fora ali colocada pelo Deus Wotan, seu pai, que sobre ela lançara um poderoso feitiço: quem conseguisse arrancá-la da árvore tornar-se-ia invencível.
2.ºActo
A acção do 2º acto passa-se num lugar agreste e rochoso onde irá travar-se o confronto entre Siegmund e Hunding - que o persegue por lhe ter raptado a mulher, Sieglinde. Informado do que se passa, o Deus Wotan encarrega uma das Valquírias, Brünhilde, a sua filha preferida, de proteger o irmão nesse duelo. Mas Fricka, mulher de Wotan, opõe-se: ela acha que Siegmund deve pagar pelo seu crime. Wotan cede, e ordena à Valquíria que dê a vitória a Hunding. Brünhilde desobedece e Wotan vê-se obrigado a interferir no duelo: com a lança quebra a espada de Siegmund que morre às mãos de Hunding. Desobedecendo de novo a Wotan, Brünhilde decide proteger Sieglinde levando-a consigo para o interior da Floresta. Wotan está desesperado: Siegmund, o seu filho, morreu por culpa sua. Não devia ter cedido à vontade de Fricka. Então decide vingar-se: mata Hunding e parte em perseguição da Valquíria.
3.ºActo
O 3º acto passa-se numa região rochosa habitada pelas Valquírias. Brünhilde chega com Sieglinde. Diz que ela vai ser mãe dum herói e aconselha-a a procurar refúgio na Floresta. Quanto a Brünhilde... desobedeceu e deverá ser castigada: Wotan tira-lhe a imortalidade e mergulha-a num sono profundo. Adormecida sobre um rochedo, protegida pelo Fogo Mágico, a Valquíria só poderá ser libertada por um Herói de coração puro.
( Enredo resumido da autoria de Margarida Lisboa, para RDP, intérpretes acrescentados por outra Margarida, também de Lisboa.)
Direcção musical: Marko Letonja
Cenografia e figurinos: Timothy O'Brien
Coreografia: Ian Spink
Desenho de luzes: Giuseppe di Iorio
Nota irrelevante(?), porque não houve feridos (graves?): A dada altura, durante a récita a que assisti, aconteceu algo que me (nos) deixou bastante apreensiva(os) pela sorte dos músicos da orquestra: parte do palco (uma parte pequenina mas ainda assim...) desabou sobre alguns elementos da dita, deixando-os "quase" em estado de sítio. Líquido a escorrer sobre as sua cabeças e instrumentos musicais, e um ou outro objectos contundentes a saltar sobre eles. Pela reacção de um dos músicos, que ía desmaiando, parece ter sido um objecto tipo de vidro ou madeira.
Não sou maledicente, mas aquilo foi um pouco fora do texto. E tanto eu como os meus amigos ficámos bastante preocupados pela falta de cuidado e consideração pelos músicos da orquestra.
Anna Russell http://en.wikipedia.org/wiki/Anna_Russell parodying Wagner's "Die Walküre"
Eva Marton e Cheryl Studer, uma absolutamente submersa pela ira da personagem que interpreta, (Elektra, a filha enlouquecida de Agamemnon e Klytmnestra), e a outra no papel de sua irmã, Chrysotemis, mais suave e apaziguadora. Um dos muitos momentos de grande intensidade trágico-dramática desta ópera muito interessante, e bastante inovadora do ponto de vista musical. Por curiosidade, a composição da orquestra foi a maior de sempre, para uma ópera: 111 instrumentos.
Acrescento, ainda, um pequeno aparte: Tendo sido este um excerto de uma gravação feita em Viena, noto que não só em Portugal se tosse, espirra e emite sons entre a assistência...
terça-feira, julho 17, 2007
É só para relembrar. Na Gulbenkian, o ritual jazz em Agosto. Free jazz, jazz contemporâneo e estéticas jazzísticas emergentes. Logo no dia 3, três grandes. Fecha no dia 11 com o Mestre, Ornette Coleman. Dos outros, destaco Joelle Leandre.É de ir. http://www.musica.gulbenkian.pt/jazz/
